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	<title>A.CIDRAIS GPI</title>
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	<description>Gestão de Projectos e Inovação</description>
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	<title>A.CIDRAIS GPI</title>
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		<title>Formar para cuidar melhor: o desafio das organizações sociais no século XXI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações sociais, IPSS e restantes organizações da Economia Social ocupam um lugar absolutamente essencial nas nossas comunidades. São elas que, muitas vezes, chegam onde outros sistemas não chegam. Acompanham idosos, apoiam famílias, promovem inclusão, desenvolvem respostas para a infância, para a deficiência, para a saúde mental e para tantas outras necessidades que marcam a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" style="font-weight: 400;">As associações sociais, IPSS e restantes organizações da Economia Social ocupam um lugar absolutamente essencial nas nossas comunidades. São elas que, muitas vezes, chegam onde outros sistemas não chegam. Acompanham idosos, apoiam famílias, promovem inclusão, desenvolvem respostas para a infância, para a deficiência, para a saúde mental e para tantas outras necessidades que marcam a vida das pessoas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mas o contexto em que estas organizações atuam mudou profundamente.</p>
<p style="font-weight: 400;">As exigências aumentaram. As necessidades tornaram-se mais complexas. As equipas são chamadas a responder a desafios cada vez mais diversificados. Os dirigentes precisam de tomar decisões num ambiente de permanente transformação. E os recursos, como sempre, continuam a exigir uma gestão rigorosa e responsável.</p>
<p style="font-weight: 400;">Neste cenário, uma questão torna-se inevitável: estarão as organizações sociais a investir o suficiente no desenvolvimento das pessoas que concretizam diariamente a sua missão?</p>
<p> A resposta não é simples. Mas aquilo que observamos em muitas organizações permite concluir que a formação deixou de ser apenas uma obrigação legal ou um requisito administrativo. Hoje, a formação é uma ferramenta estratégica para a sustentabilidade, a qualidade das respostas e a capacidade de adaptação das instituições.</p>
<b>O conhecimento já não chega</b>
 
<p style="font-weight: 400;">Durante muitos anos, a formação esteve associada à transmissão de conhecimentos técnicos. Naturalmente, continua a ser importante que profissionais e equipas dominem procedimentos, enquadramentos legais, metodologias de intervenção e boas práticas específicas das suas áreas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Contudo, a realidade atual exige muito mais.</p>
<p style="font-weight: 400;">As organizações sociais trabalham com pessoas. E quando trabalhamos com pessoas, as competências técnicas são apenas uma parte da equação. A comunicação, a capacidade de colaborar, a gestão de conflitos, a liderança, a inteligência afetiva e a adaptação à mudança assumem um peso crescente no sucesso das organizações.</p>
<p style="font-weight: 400;">É frequente encontrarmos equipas altamente competentes do ponto de vista técnico, mas que enfrentam dificuldades na articulação interna, na gestão de expectativas ou na construção de respostas verdadeiramente integradas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por isso, formar não pode significar apenas transmitir conteúdos. Formar deve significar criar condições para que pessoas e equipas pensem, reflitam, experimentem e desenvolvam novas formas de trabalhar em conjunto.</p>
Porque o verdadeiro desafio não é saber mais. É conseguir fazer melhor.
 
<b>Cuidar de quem cuida</b>
 
<p style="font-weight: 400;">Existe uma expressão que surge cada vez mais associada ao setor social: cuidar de quem cuida. E faz sentido. As equipas das organizações sociais convivem diariamente com situações emocionalmente exigentes. Lidam com sofrimento, vulnerabilidade, urgência e responsabilidade. Muitas vezes, fazem-no com enorme dedicação e sentido de missão.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Mas a dedicação não elimina o desgaste. Quando o ritmo é intenso e os desafios se acumulam, surgem sinais que não devem ser ignorados: desmotivação, exaustão, dificuldades de comunicação, aumento de conflitos internos ou perda de sentido relativamente ao trabalho realizado. Investir na formação das equipas é também uma forma de prevenção.</p>
<p style="font-weight: 400;">É criar espaços para reflexão, aprendizagem e desenvolvimento pessoal e profissional. É reforçar a confiança. É melhorar a comunicação. É promover ambientes de trabalho mais positivos e colaborativos.</p>
As organizações que cuidam das suas pessoas tornam-se mais estáveis, mais resilientes e mais preparadas para enfrentar os desafios do futuro. E isso reflete-se inevitavelmente na qualidade das respostas prestadas aos seus utentes, beneficiários e comunidades.
 
<b>A importância da colaboração e das redes</b>
 
<p style="font-weight: 400;">Nenhuma organização social consegue, sozinha, responder à complexidade dos problemas atuais. Os desafios relacionados com envelhecimento, exclusão social, pobreza, saúde mental ou desenvolvimento comunitário exigem abordagens cada vez mais integradas. Exigem cooperação. Exigem redes. Exigem capacidade para construir soluções em conjunto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por essa razão, muitas entidades do setor têm vindo a reconhecer a importância de desenvolver competências associadas ao trabalho colaborativo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Saber criar parcerias. Saber mobilizar recursos. Saber construir confiança entre diferentes organizações. Saber trabalhar em rede.</p>
<p style="font-weight: 400;">Estas competências não surgem espontaneamente. Desenvolvem-se. Aprendem-se. Treinam-se.</p>
A formação pode desempenhar aqui um papel decisivo, criando oportunidades para que dirigentes, técnicos e equipas desenvolvam novas formas de relacionamento e cooperação. Porque as organizações mais fortes não são necessariamente as maiores. São, muitas vezes, aquelas que conseguem ligar pessoas, conhecimentos e recursos em torno de um propósito comum.
 
<p style="font-weight: 400;"><strong>Formar para transformar</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Talvez o maior desafio da formação nas organizações sociais seja precisamente este: deixar de ser vista como um momento isolado e passar a ser encarada como um processo contínuo de desenvolvimento.</p>
<p style="font-weight: 400;">Quando a formação está ligada aos desafios reais da organização, quando promove participação, quando gera reflexão e quando produz aplicação prática, os resultados tornam-se visíveis.</p>
<p style="font-weight: 400;">As equipas comunicam melhor.</p>
<p style="font-weight: 400;">As lideranças tornam-se mais conscientes.</p>
<p style="font-weight: 400;">Os conflitos diminuem.</p>
<p style="font-weight: 400;">A colaboração aumenta.</p>
<p style="font-weight: 400;">E a organização ganha capacidade para responder aos desafios de um contexto em permanente mudança.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na A.Cidrais acreditamos que a formação deve gerar transformação. Não apenas ao nível do conhecimento, mas também ao nível das relações, das atitudes e da cultura organizacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Porque o futuro das associações sociais, IPSS e restantes organizações da Economia Social será construído por pessoas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Pessoas que aprendem.</p>
<p style="font-weight: 400;">Pessoas que colaboram.</p>
<p style="font-weight: 400;">Pessoas que cuidam.</p>
<p style="font-weight: 400;">E organizações que investem nessas pessoas estarão sempre mais preparadas para cumprir a sua missão e criar impacto positivo nas comunidades que servem.</p>
<p><strong>Vamos conversar?</strong></p>
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		<title>A Grande mudança sistémica!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[No segundo semestre de 2026, a IA vai multiplicar a produtividade de certas empresas em 100 ou mais vezes. Ainda sem computação quântica. Conversando com os meus amigos da consultoria e da IT (em Portugal, Espanha, Brasil e EUA), verificamos que o segundo semestre de 2026 tem tudo para transformar a economia mundial como nunca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No segundo semestre de 2026, a IA vai multiplicar a produtividade de certas empresas em 100 ou mais vezes. Ainda sem computação quântica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conversando com os meus amigos da consultoria e da IT (em Portugal, Espanha, Brasil e EUA), verificamos que o segundo semestre de 2026 tem tudo para transformar a economia mundial como nunca assistimos. Reconfigurando o emprego a uma velocidade nunca vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns setores e projetos, os ganhos de tempo e de produtividade com IA atingem 180 vezes. Ou seja: 180 dias de trabalho … resolvem-se &#8230; num dia, com uma pessoa e duas ou três máquinas inteligentes! Sem computação quântica a funcionar! Temos vários exemplos desta realidade. São, atualmente, a tendência comum experimentada por nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos estes casos se referem a numa versão 3.0 ou 4.0 do modelo Ágil, mas com menos humanos, graças à Inteligência Colaborativa de pessoas e máquinas (que pensam e executam). Não precisamos de grandes equipas!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas criativas de agentes treinados de IA e robôs já não são brinquedo! Trabalham ao lado de Pessoas. Uma só pessoa supervisiona uma imensa rede de recursos de trabalho e inovação disponível em todo o mundo. Em todos os setores de conhecimento intensivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desafios económicos da guerra do petróleo vão acelerar a mudança. O travão serão as pessoas que não se adaptam de imediato. Por isso … haverá elevada vontade e necessidade de despedir. Se este desejo for concretizado … destrói os Estados Providência. Se usarmos legislação restritiva … faremos pior! &#8230; Portanto, há que reinventar novas abordagens &#8230; colaborativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns mercados, as empresas poderão reduzir o emprego em 80%, mantendo ou aumentando a faturação. Outras, poderão aumentar a qualidade dos serviços e expandir os serviços, a amplitude, a ação … conquistando a fatia de mercado de quem não for ágil a mudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conceitos neoclássicos da economia &#8230; já não servem muito para compreender e agir na atualidade!!!!! Precisamos de novos conceitos e de novas teorias. Ainda não as temos, mas as máquinas podem criá-las num só dia!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que esta mudança não pode ser praticada em todos os setores! Mas todos vão sentir os efeitos indiretos do aumento da instabilidade, da desconfiança e da retração do investimento produtivo e do consumo, típica e incontornável, em cenários de transformação como o que vivemos. Será um reajuste sistémico muito rápido e disruptivo. Depois &#8230; a coisa deve acalmar.</p>
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		<title>Colaboramos! Fazemos tudo para que «dê certo».</title>
		<link>https://acidrais.pt/colaboramos-fazemos-tudo-para-que-de-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Num processo cooperativo, eu faço, tu fazes, ele faz … e porque as coisas estão organizadas … o resultado aparece. Posso ajudar-te, se … já tiver feito a minha parte. Mantemos o foco no «eu» e no processo. Criamos silos e barreiras. O controlo é externo. O chefe manda, de acordo com a regra. Co-operamos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Num processo cooperativo, eu faço, tu fazes, ele faz … e porque as coisas estão organizadas … o resultado aparece. Posso ajudar-te, se … já tiver feito a minha parte. Mantemos o foco no «eu» e no processo. Criamos silos e barreiras. O controlo é externo. O chefe manda, de acordo com a regra. Co-operamos. Cada um sabe da sua parte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num sistema colaborativo, fazemos tudo o que tem de ser feito para que o resultado apareça. Co-construímos, Co-aprendemos, Co-laboramos. Ganhamos consciência coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adaptamo-nos. Moldamo-nos. Complementamo-nos. Não criamos muros nem quintalinhos! Somos «Nós». Continuamos a valorizar os «eus», mas espantamo-nos com os milagres que fazemos. Somos bem-sucedidos, mais felizes. Enfrentamos os novos desafios. Decidimos. Assumimos riscos em conjunto. Experimentamos, falhamos, partilhamos, dialogamos e … corrigimos. Ajustamos. Não precisamos de chefes. Todos, cada um, a seu tempo, assumimos a liderança que a equipa precisa, naquela situação. Somos co-proprietários e co-protagonistas do sucesso. E cuidamos de todos os que nos ajudam a concretizar os objetivos (eCoCuiDança). Rapidamente, evoluímos no contexto, numa ótica 4Win (eu ganho, tu ganhas, nós ganhamos, eles ganham … e o planeta agradece).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos queremos que «dê certo». Com ética sustentável. Todos celebramos as vitórias e apoiamo-nos nas derrotas. Crescemos juntos. <br>Fazemos melhor, com mais energia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Liderar é uma escolha. Não é uma frustração.</title>
		<link>https://acidrais.pt/liderar-e-uma-escolha-nao-e-uma-frustracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de começares, faz uma pausa. Este texto não é um teste. Não é uma acusação. É um espelho para quem quer olhar &#8211; sem pressa, sem culpa. Se reconheceres alguns comportamentos, não significa que sejas mau líder. Significa apenas que aprendeste a liderar num contexto que talvez não te desse outras ferramentas. A boa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Antes de começares, faz uma pausa. Este texto não é um teste. Não é uma acusação. É um espelho para quem quer olhar &#8211; sem pressa, sem culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se reconheceres alguns comportamentos, não significa que sejas mau líder. Significa apenas que aprendeste a liderar num contexto que talvez não te desse outras ferramentas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia: podes mudar sem te anulares. Aqui tens um guia para saíres do modelo de chefe sem te sentires julgado</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>13 sinais de alerta (que qualquer líder pode ter, em algum momento)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Foco excessivo no passado e nos problemas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Podes treinar-te a olhar para oportunidades</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Tendência para te protegeres e evitares riscos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ É humano – mas podes começar com riscos pequenos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Vontade de controlar detalhes e decisões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Nasceu da responsabilidade. Podes aprender a soltar</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Decidir sozinho com frequência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Às vezes é necessário. Outras, é hábito. Distingue</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Delegar tarefas, mas não poder</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ É o mais comum. Delegar confiança é um treino</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Interromper, julgar, rotular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Todos o fazemos sob pressão. Podes criar pausas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Ignorar o bem-estar da equipa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Não é maldade. Muitas vezes é falta de tempo ou de hábito</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8. Pouca entreajuda – cada um no seu</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ A cultura organizacional também influencia. Podes começar pequeno</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9. Trabalho em silos, esforço solitário</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Reconhecer é meio caminho para ligar</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10. Foco quase só em tarefas e resultados curtos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Pressão legítima. Mas podes acrescentar uma pergunta de cuidado</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>11. Barreiras relacionais (fato, distância, «doutor»)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Muitas vezes é herança. Podes escolher um gesto diferente</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>12. Pouca valorização dos esforços</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Não é esquecimento. É automático. Podes criar um ritual simples</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>13. Foco excessivo em ti e nas tuas obrigações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;→ Sobrecarga leva a isso. Cuidar de ti também é liderar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nota: Se assinalaste muitos destes pontos, não entres em pânico. A maioria dos líderes aprendeu assim. O que importa não é o ponto de partida – é a direção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E depois do alerta… o que fazer?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se reconheces alguns sinais, aqui está o caminho sem culpa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de te defenderes…</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ Pergunta: &#8220;O que posso aprender com esta situação?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de controlares tudo…</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ Escolhe uma decisão esta semana para delegar com confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de ignorares o bem-estar…</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ Faz uma pergunta genuína a um elemento da equipa: &#8220;Como tens estado?&#8221; (e espera pela resposta)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de trabalhares sozinho…</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ Cria um momento de entreajuda curto (15 minutos). Não precisa de ser perfeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de não valorizares…</p>



<p class="wp-block-paragraph">→ Diz um obrigado específico a alguém, hoje. Sem &#8220;mas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder que todos querem (sem pressão para seres perfeito)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não é um herói solitário. É alguém que:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• Conhece o barco – e admite quando não conhece</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Aprende rápido – escuta quem já fez aquela viagem</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Decide sozinho quando é urgente – e explica porquê</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Valida a equipa – e empodera a execução</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Traduz linguagens – liga pessoas que não se entendem</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Cria contextos positivos – mesmo em ambientes difíceis</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Cuida – e também se deixa cuidar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não precisas de ser tudo ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolhe um comportamento para treinar nas próximas semanas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E se falhares?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Vais falhar. Todos falhamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Liderar não é nunca errar – é reparar e ajustar com transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se um dia olhares para trás e vires que foste o chefe que criticas hoje…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não te martirizes. Apenas muda a partir de amanhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Liderar não é nunca decidir sozinho. Liderar é saber quando decidir sozinho, quando decidir com outros. Ter a humildade de distinguir um caso do outro sem se julgar o sábio genial, mas antes o congregador de inteligências e o potencializador de colaborações.Nota: Documento de trabalho livre. Podes copiar, partilhar e adaptar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Poder da Bondade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[O panorama empresarial é outro. Os velhos quadros morais das empresas dos séculos 19 e 20 … definham.  Lobo Antunes e Tolentino definem a Bondade como uma virtude essencial. Hoje, a Bondade é a forma mais avançada de inteligência organizacional. Reconhece-se que o ativo mais valioso de qualquer empresa, cada Ser humano, floresce, inova e produz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O panorama empresarial é outro. Os velhos quadros morais das empresas dos séculos 19 e 20 … definham. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lobo Antunes e Tolentino definem a Bondade como uma virtude essencial. <br>Hoje, a Bondade é a forma mais avançada de inteligência organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhece-se que o ativo mais valioso de qualquer empresa, cada Ser humano, floresce, inova e produz com excelência quando está inserido num ecossistema organizado de respeito, confiança e cuidado genuíno. Num ecossistema de Bondade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso a Colaboração e a eCoCuiDança são tão importantes.<br>A Bondade está enraizada no que somos. Para a neurociência e a biologia é uma predisposição humana. Os atos de bondade, tanto no dar quanto no receber, ativam o sistema de recompensa do cérebro, libertando ocitocina (a «hormona do afeto») e dopamina, gerando sensações de prazer e conexão. Somos, a grande maioria, «programados» para a pro-socialidade (o prazer em fazer bem ao outro, ao comum). Somos estruturalmente bondosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bondade tem uma base neuroquímica que promove a coesão social. É o alicerce do «espírito de equipa» e da «criação de valor». Reduz o atrito nas relações. Acelera a «performance coletiva». Cria «segurança psicológica». Fortalece a confiança. Facilita o «florescimento humano». </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bondade é um regulador crítico. É a sensibilidade para perceber quando um colega está sobrecarregado, a disponibilidade para ajustar prazos, a comunicação aberta para redefinir prioridades de forma coletiva e saudável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas equipas de alto desempenho, promove o bem-estar. Nestas, o respeito, a escuta e o apoio mútuo criam «Propósito» e «sentido de Pertença».</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bondade é a inteligência que gere a energia do grupo. Produz desempenhos de excelência. Cria riqueza. É uma vantagem competitiva mensurável. Tem ROI elevado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas «bondosas» têm 35% mais probabilidade de duplicar o seu EBITDA. (estudo «Economics of kindness», da Baringa). Nos melhores locais para trabalhar na Ásia (continente com maiores índices de crescimento), 91% dos colaboradores afirmam que os colegas se importam uns com os outros. Globalmente, são só 65%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os trabalhos do «Great Place to Work», os trabalhadores têm mais 70% de probabilidade de «ir para lá do limite» quando sentem que os seus colegas genuinamente se importam com eles e os seus resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bondade ajuda a manter talento. Os atos de cortesia e reconhecimento levam a maior produtividade, mais eficiência e menores taxas de rotatividade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sejam bondosos. É inteligente. Gera talento e Excelência. Cria riqueza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenham um ótimo dia.</p>
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		<item>
		<title>Formar em saúde: quando a técnica já não chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 09:29:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As unidades de saúde vivem num equilíbrio exigente entre rigor técnico, pressão emocional e complexidade organizacional. Entre protocolos bem definidos e relações humanas intensas, entre a urgência do dia a dia e a necessidade de pensar estrategicamente o futuro. Durante muito tempo, a formação em saúde centrou-se quase exclusivamente no domínio técnico. Era necessária. Continua [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As unidades de saúde vivem num equilíbrio exigente entre rigor técnico, pressão emocional e complexidade organizacional. Entre protocolos bem definidos e relações humanas intensas, entre a urgência do dia a dia e a necessidade de pensar estrategicamente o futuro. Durante muito tempo, a formação em saúde centrou-se quase exclusivamente no domínio técnico. Era necessária. Continua a sê-lo. Mas, hoje, revela-se insuficiente para responder à realidade concreta das organizações de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> O funcionamento das unidades locais de saúde depende, cada vez mais, da forma como as pessoas comunicam, colaboram, decidem em conjunto e lidam com contextos de elevada exigência emocional. A saúde é, inevitavelmente, um sistema humano. E é nesse plano que muitos dos desafios atuais se tornam mais evidentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O desafio invisível das equipas de saúde</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas multidisciplinares, ritmos intensos, pressão constante e decisões críticas tomadas em contextos de incerteza fazem parte do quotidiano das unidades de saúde. Médicos, enfermeiros, técnicos, administrativos e dirigentes partilham responsabilidades, mas nem sempre partilham a mesma linguagem, as mesmas expectativas ou os mesmos modos de atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste espaço que surgem dificuldades menos visíveis, mas com impacto direto no funcionamento das organizações: falhas de comunicação entre serviços, dificuldades na articulação entre níveis de decisão, desgaste emocional, resistência à mudança ou perda de sentido no trabalho diário. São desafios que não se resolvem apenas com mais conhecimento técnico. São desafios relacionais, organizacionais e humanos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Formação como espaço de alinhamento e reflexão</strong>soas, fortalecer organizações</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Formar em contexto de saúde não é acrescentar mais informação a profissionais já altamente qualificados. É criar espaços de alinhamento, reflexão e construção conjunta de práticas. Formações eficazes partem da realidade concreta dos serviços, trabalham situações reais do quotidiano profissional e promovem uma reflexão estruturada sobre comportamentos, atitudes e decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que transmitir conteúdos, a formação torna-se um espaço onde as equipas podem pensar sobre a forma como trabalham em conjunto, clarificar papéis, reforçar a colaboração e desenvolver uma linguagem comum. Não se trata de formar para saber mais, mas de formar para trabalhar melhor… juntos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Liderança e colaboração em contextos clínicos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A liderança em saúde assume frequentemente formas complexas e não lineares. É muitas vezes partilhada, informal e profundamente dependente do contexto. Chefias intermédias, coordenadores de serviço e dirigentes enfrentam o desafio de liderar equipas altamente qualificadas, com forte autonomia técnica e identidades profissionais bem definidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste cenário, a formação desempenha um papel estruturante. Desenvolver competências de liderança relacional, gerir conflitos em ambientes de elevada pressão, promover a tomada de decisão partilhada e fortalecer a confiança entre profissionais são dimensões essenciais para o bom funcionamento das unidades de saúde. Liderar, neste contexto, não é impor. É articular, escutar e criar condições para que o sistema funcione apesar da complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da formação à prática quotidiana</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em organizações de saúde, a formação só faz sentido quando se traduz em prática. Quando influencia comportamentos, melhora relações e apoia decisões concretas no terreno. Formações excessivamente teóricas ou desligadas da realidade tendem a diluir-se rapidamente no quotidiano intenso das equipas. Pelo contrário, formações contextualizadas, participadas e orientadas para a ação permanecem, porque se tornam úteis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste ponto que a formação deixa de ser um momento isolado e passa a integrar o próprio funcionamento organizacional, contribuindo para uma cultura de aprendizagem contínua e ajustada às exigências reais do contexto clínico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Investir em pessoas para cuidar melhor</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde exige, inevitavelmente, cuidar de quem cuida. Não apenas do ponto de vista técnico, mas também humano, relacional e organizacional. Investir na formação das equipas de saúde é investir na qualidade do serviço, na sustentabilidade das organizações e no bem-estar dos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de saúde mais fortes constroem-se com pessoas capacitadas e com relações que funcionam. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos conversar?</p>
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		<title>Formar no social: quando a capacitação é parte da missão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CM7]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 11:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações sociais vivem em contextos exigentes.Trabalham com pessoas, necessidades urgentes, recursos limitados, emoções intensas e responsabilidades profundas. Não é apenas gestão. Não é apenas técnica. É relação, é compromisso, é presença. Neste contexto, a formação não pode ser um extra. Tem de ser parte integrante da missão. Formar no setor social não é transmitir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As associações sociais vivem em contextos exigentes.<br>Trabalham com pessoas, necessidades urgentes, recursos limitados, emoções intensas e responsabilidades profundas. Não é apenas gestão. Não é apenas técnica. É relação, é compromisso, é presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a formação não pode ser um extra. Tem de ser parte integrante da missão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formar no setor social não é transmitir conteúdos genéricos. É criar condições para que dirigentes, técnicos e voluntários consigam pensar melhor, decidir melhor e agir melhor… em contextos que raramente são simples.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O desafio da prática</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos percursos formativos no setor social ficam pelo plano conceptual. São bem-intencionados, estruturados, teoricamente corretos… mas distantes da realidade diária das associações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta impõe-se:<br>que impacto tem esta formação no terreno?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na A.Cidrais, partimos de um princípio simples:<br>a formação só faz sentido se se traduzir em mudança prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudança na forma como as equipas comunicam.<br>Mudança na forma como se organizam.<br>Mudança na forma como se constroem parcerias e redes.<br>Mudança na capacidade de responder a contextos em transformação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Capacitar pessoas, fortalecer organizações</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As associações sociais dependem fortemente das pessoas que as sustentam. Dirigentes muitas vezes voluntários. Técnicos sobrecarregados. Equipas reduzidas, multifuncionais. Redes informais que precisam de coordenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que a formação ganha um papel estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capacitar pessoas não é apenas melhorar competências individuais.<br>É fortalecer a organização como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhar comunicação, colaboração, liderança partilhada, gestão de conflitos ou dinamização de redes significa criar estruturas humanas mais robustas, mais conscientes e mais resilientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa também reduzir desgaste, evitar ruturas e aumentar a sustentabilidade das respostas sociais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Formação que sai da sala</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A formação para associações sociais precisa de respeitar o contexto em que é aplicada.<br>Precisa de ser clara, pragmática, ajustada ao tempo disponível e às reais necessidades das equipas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, na A.Cidrais, os percursos formativos são pensados para:<br>– facilitar a aplicação imediata no trabalho diário<br>– apoiar a organização interna das equipas<br>– criar alinhamento entre missão, pessoas e práticas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação não termina quando a sessão acaba.<br>Continua no modo como as pessoas passam a trabalhar juntas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sustentabilidade também é humana</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muito se fala de sustentabilidade financeira e institucional no setor social. Mas há uma dimensão frequentemente esquecida: a sustentabilidade humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas exaustas não sustentam projetos no longo prazo.<br>Relações frágeis comprometem respostas sociais.<br>Falta de competências relacionais cria desgaste silencioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formar é também cuidar.<br>Cuidar das pessoas que cuidam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a formação é bem pensada, cria espaço para reflexão, para alinhamento e para fortalecimento interno. E isso reflete-se diretamente na qualidade da intervenção social.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Em síntese</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Formar no setor social é um ato estratégico.<br>Mas é também um ato profundamente humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a formação respeita o contexto, valoriza as pessoas e se orienta para a prática, deixa de ser apenas aprendizagem. Passa a ser transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é aí que faz realmente sentido.</p>
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		<title>Formar para transformar: o impacto real da aprendizagem nas organizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACidrais GPI]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 13:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Na A.Cidrais acreditamos que a formação deve ser mais do que teoria. Uma ação formativa só ganha valor quando gera impacto imediato e se traduz em transformações consistentes no dia a dia de profissionais e equipas. É neste equilíbrio entre conhecimento e aplicação prática que reside a verdadeira força da aprendizagem. Formação orientada para resultados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na A.Cidrais acreditamos que a formação deve ser mais do que teoria. Uma ação formativa só ganha valor quando gera impacto imediato e se traduz em transformações consistentes no dia a dia de profissionais e equipas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste equilíbrio entre conhecimento e aplicação prática que reside a verdadeira força da aprendizagem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Formação orientada para resultados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As nossas formações — que podem ir de 30 minutos a 30 horas — foram pensadas para responder a diferentes necessidades organizacionais. A sua flexibilidade permite adaptar o conteúdo ao tempo disponível e ao contexto de cada equipa, sem perder profundidade ou relevância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco está em resultados concretos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comunicar melhor e colaborar de forma eficaz</strong> – porque grande parte dos desafios organizacionais nasce da ausência de diálogo claro e da falta de articulação entre pessoas e áreas.</li>



<li><strong>Aplicar rapidamente novas competências no trabalho</strong> – cada sessão é concebida para que as aprendizagens não fiquem em papel, mas sim para que sejam experimentadas e integradas na prática diária.</li>



<li><strong>Adaptar-se a mudanças e contextos digitais com confiança</strong> – a transformação tecnológica exige agilidade; formar é também preparar mentalidades para enfrentar a mudança sem receio.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Investir em pessoas é preparar o futuro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que investem em formação investem, acima de tudo, na sua própria sustentabilidade. Ao capacitar as pessoas, ampliam-se as possibilidades de inovação, reforça-se a motivação e constrói-se uma cultura de aprendizagem contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias consultoras internacionais de referência, como a McKinsey ou a Deloitte, têm sublinhado em estudos recentes que empresas com estratégias de formação consistentes registam maior retenção de talento, níveis superiores de produtividade e maior capacidade de adaptação a crises e mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes dados apenas confirmam aquilo em que acreditamos: formar não é um custo, é uma decisão estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formar para transformar é mais do que um lema. É a certeza de que a aprendizagem contínua é a base para organizações mais humanas, colaborativas e preparadas para o futuro.</p>
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		<title>Cultura de colaboração amplifica a resiliência organizacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACidrais GPI]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando as mudanças surgem… recuamos ou unimos forças?Num mundo volátil, só as organizações que valorizam a cooperação sobrevivem… e prosperam. O que é cultura de colaboração? É mais do que trabalhar lado a lado. É sentir-se parte de um todo. É criar espaços onde opiniões convergem. É fazer da confiança um ativo estratégico. Por que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando as mudanças surgem… recuamos ou unimos forças?Num mundo volátil, só as organizações que valorizam a cooperação sobrevivem… e prosperam.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é cultura de colaboração?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">É mais do que trabalhar lado a lado. É sentir-se parte de um todo. É criar espaços onde opiniões convergem. É fazer da confiança um ativo estratégico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Por que faz diferença?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mark Fields, antigo presidente da Ford América, sintetizou bem: “Pode ter-se o melhor plano do mundo, mas se a cultura não o permitir, esse plano morre à nascença.” E, como reforça Nilofer Merchant na Harvard Business Review, “a cultura vence sempre a estratégia”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Não basta um bom plano…</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso um ambiente que o suporte.Se os colaboradores não partilharem valores e propósito, a melhor estratégia… murcha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O custo do desengajamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório da Gallup, colaboradores desengajados custam ao mundo 8,8 triliões de dólares em produtividade perdida — cerca de 9% do PIB global. Só 23% dos trabalhadores se sentiam “thriving” em 2022. Como inverter este quadro?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Práticas que geram colaboração</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><em>Feedback contínuo</em> Mais do que avaliações pontuais. Reconhecer progressos e partilhar aprendizados fortalece o sentido de pertença.</li>



<li><em>Espaços de cocriação</em> Workshops, hackathons e tertúlias estão longe de ser “moda”. São laboratórios de ideias e vínculos.</li>



<li><em>Liderança afetiva</em> Líderes atentos às emoções e necessidades reais das equipas ativam confiança. E confiança gera coragem para inovar.</li>



<li><em>Objetivos partilhados</em> Quando cada projeto nasce de um propósito comum, cada vitória é celebrada como conquista de todos.</li>
</ol>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O resultado?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas mais resilientes. Projetos mais rápidos. Organizações mais ágeis. E, sobretudo, pessoas mais felizes…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cultivar a cultura de colaboração é investir na sustentabilidade organizacional.</p>
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		<title>A «Alma do Negócio»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACidrais GPI]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 10:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidrais]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, «o segredo foi a alma do negócio». Hoje é a Marca. É um complexo de outras variáveis ligadas pela Inteligência Colaborativa e pela Ética do Cuidado. São os ambientes positivos em que se trabalha. Em que as pessoas se sentem com voz, com poder para mudar. Estes, atraem e fixam os melhores. Porque, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, «o segredo foi a alma do negócio».</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje é a Marca. É um complexo de outras variáveis ligadas pela Inteligência Colaborativa e pela Ética do Cuidado. São os ambientes positivos em que se trabalha. Em que as pessoas se sentem com voz, com poder para mudar. Estes, atraem e fixam os melhores. Porque, ali, se podem crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com marca, ou seja, com ligações afetivas criadas dentro e fora de casa, são preferidas a empresas com bons resultados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que vencem têm Marca … e comunicam-na para o exterior. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Criam uma alma como empregadoras de qualidade. Cuidam das pessoas, da sua felicidade. Geram conexões positivas. As outras … arrastam-se em sofrimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dias, um CEO partilhava a dificuldade em colocar alinhados e motivados os seus trabalhadores, referindo a sua incapacidade para perceber a «terrível» geração Z … perguntava: «Como posso atingir os mesmos resultados do ano passado, com estas pessoas?» </p>



<p class="wp-block-paragraph">Respondemos: «Com amendoins com casca!»</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estupefacto, perguntou: Estão a brincar comigo?»</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que não. É um método de abordar colaborativamente qualquer desafio. Transforma a inteligência coletiva das pessoas em relações positivas e em inteligência colaborativa, aplicada, que as leva a experimentarem soluções novas, divertindo-se, com menos esforço. Faz-se em 5 a 8 sessões de trabalho. Cerca de 4 meses de facilitação e acompanhamento para extrair da equipa o melhor que tem para descobrir. É uma abordagem colaborativa que cria Participação, Propósito, Pertença para lidar com as mudanças que vivemos, inovando com confiança. Cria, no interior da empresa, pessoas alinhadas que se tornam embaixadoras no exterior, gerando as conexões de marca que precisa. Cria Colaboração e a Paixão pela Marca. Duas das variáveis do sucesso.E com esta abordagem, retira-se das equipas tesouros que não se imaginavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é nada de radicalmente novo. É a prática diária nas empresas que apresentam melhores resultados e capacidade de se adaptarem a este novo mundo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele está a experimentar os amendoins. Já há um clima melhor. Há mais integração e alegria no trabalho. As boas conexões criam ambientes positivos. Geram «A Alma do Negócio». Os resultados, são a consequência natural da melhoria que vem de dentro.</p>
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